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Bem-vindo ao Blog do Berçário Pé Pequeno!

Criamos este espaço para que nossos papais, mamães, colaboradores e demais interessados
possam trocar informações sobre o desenvolvimento dos bebês, rotina escolar, assuntos relacionados
ao universo infantil e tudo mais que surgir de inquietação, dúvida, medo, alegria, felicidade, etc, etc, etc...

Ah, você ainda não conhece o Pé Pequeno?
A hora é agora! Entre no site www.passoseguro.com.br e conheça essa querida Escola, instalada há 23 anos no bairro da Mooca, em São Paulo-SP que, ao longo desses anos, tornou-se referência em Ed. Infantil na região.

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Você já plantou uma árvore?

"Todo home deve na vida plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho".
E a semana termina em um lindo dia de sol, que nos acompanhará durante todo o final de semana. 
Hoje, andando pelas ruas do bairro, coloquei-me a observar as árvores. Algumas já floridas, anunciando a chegada da primavera no final do mês. Outras secas, que parecem sem vida, mas aguardando a estação das frutas para brotar iguarias que nosso país tem em abundância.
A cada dia temos menos tempo para observar as flores, as árvores, a natureza. A cada dia plantamos menos e compramos mais. A cada dia vamos nos esquecendo um pouquinho da Mãe Natureza.
Aqui na Escola plantamos uma muda de laranjeira em um vaso da horta. Ela brotou e está cheia de frutos e flores. É tão simples plantarmos uma árvore. Muito mais simples que escrever um livro, e muuuuuito mais simples que ter um filho.
Deixo pra vocês a pergunta desse provérbio cuja autoria é desconhecida: Você já plantou uma árvore? 
E amplio a pergunta. Se já plantou, o que faz para mantê-la viva?

#ficaadica

Bom final de semana,

Priscila Zunno Bocchini


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Hábitos Saudáveis

Fiquei sabendo da segunda Disney Magic Run em cima da hora e não pude participar nem divulgar. Mas, vi no facebook que algumas mães participaram e gostaria que me enviassem fotos para postarmos no blog. É sempre muito bom vermos nossos pequenos pegando gosto por hábitos saudáveis desde cedo. Existem várias corridas infantis, algumas com bebês no carrinho, outras com crianças andando com os pais, outras sozinhas. O clima é sempre muito agradável, muita música, diversão, animação, bexigas, colorido. Vale a pena conferir. E dessa vez, na Disney Magic Run,  houve uma espécia de parada da Disney acompanhando a corrida. Lindo né? 
Ainda falando em hábitos saudáveis, quero comentar sobre alimentação. Eu acompanho os almoços da Ed. Infantil e Berçário quase que diariamente. Experimento os alimentos preparados pela Tia Dina e Tia Vera com tanto carinho. Oriento as crianças no pegar a colher, colocar no prato apenas o que vai comer, experimentar antes de dizer que não gosta, sentar-se à mesa com educação e respeito, comer com calma e de boca fechada. Todavia, parece que tudo o que oriento acontece pelo avesso. Cada dia mais as crianças querem comer andando, com 4 anos ainda estão segurando a colher de punhos cerrados ao invés da pega correta (como se pega um lápis), as novidades são rejeitadas, sem ao menos experimentar o sabor, a calma e o silêncio não existe. Então, fico me perguntando sobre os hábitos saudáveis na hora da refeição. Quem pratica?
Pode parecer cedo, mas um bebê de um ano já deve sentar-se à mesa junto com seus pais, ainda que no cadeirão. Deve experimentar um pouco da comida que seus pais comem e manusear a colher, ainda que se suje. À medida que ele cresce, deve aprender que a hora de comer é pra conversarem sobre o dia, contar as novidades, partilhar segredos e não ver TV, ou sair andando com a mãe à sua caça.  Que para comer sobremesa deve esperar todos terminarem e que sempre que houver uma novidade, deve ser vista como algo curioso a ser experimentado e incentivado pelos pais. O velho discurso: se ele não quer, deixa. É desestimulante. Devemos elogiar o alimento novo, mostrar que gostamos na frente dele, contar o quanto ele é importante para a saúde.
Tudo isso é hábito saudável. E vai se refletir lá na frente, quando a criança conseguir se portar bem em um restaurante ou quando frenquentar a casa dos amigos e aceitar os alimentos que lá são oferecidos. 
Fica a dica de 2 hábitos que precisamos cultivar sempre: Cuidar do corpo e da alimentação!

Boa semana,


Priscila Zunno Bocchini

Cartilha sobre o desfralde









Pensando em ajudar mais pais, além de alunos, postei aqui a nossa Cartilha. Quem quiser um exemplar, basta pegar na Escola.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Eu não me canso...



Hoje tivemos o primeiro dia das comemorações aos Avós da Ed. Infantil. Como foi lindo!
Todo o projeto pedagógico do ano está relacionado ao tema "Colcha de Retalhos" do Música em Família.
Nem preciso tecer elogios ao Música em Família, uma vez que estou sempre falando e me emocionando com o trabalho por eles desenvolvido nas escolas. Esse projeto em particular, fala da colcha de retalhos como uma metáfora às experiências das nossas vidas, aos sonhos, medos, vivências... à infância, à família, aos amigos. Que juntando tudo forma o que somos, que refletirá lá na frente, no nosso futuro. As crianças estão confeccionando uma colcha de retalhos com fotos, lembranças, memórias marcadas por toda vida que nem precisa saber da história de cada um pra se emocionar. 
Junto com o projeto vem um cd que intercala músicas e poemas de qualidade ímpar. 
Hoje, na comemoração aos avós foi lida uma história que fala de uma colcha de retalhos que a vovó fez com os tecidos que marcaram a vida do neto... um short que rasgou no seu primeiro tombo de bicicleta, seu primeiro paninho enquanto bebê, e por aí vai. 
Preciso dizer que chorei? :) 
Quase que automaticamente lembrei-me de um filme que assisti há muito tempo, em que a mãe, com câncer, faz uma colcha de retalhos com fotos dos filhos com ela que já estava em estado terminal. Esse filme mexeu muito comigo, ao ver o desespero da mãe em se fazer presente na vida dos filhos mesmo depois de morta. E como as associações vão longe, lembrei-me de uma reportagem que li sobre  um pai que também faleceu de câncer e a mãe ao abrir o seu computador, descobriu um arquivo que ele havia feito para os filhos com 28 lições de vida.
A finitude não faz parte do nosso dia a dia, mas nesses momentos ela nos assombra e nos faz questionar se aproveitamos os simples momentos que temos com nossos filhos, avós, pais, marido, esposa. Ou se precisamos de algo muito triste para construirmos uma colcha de retalhos ou deixar lições de vida. 
Ontem, meu filho que fez aniversário no sábado, me pediu para brincar de castelo com ele. Um castelo que ele ganhou na sua festa de aniversário. Nos sentamos no chão da sala e desfrutamos de momentos impagáveis, ao repertório de dragões, cavaleiros, príncipes, princesas, cavalos e carruagens. No fim, quem casou com a princesa foi o cavaleiro que era mais forte, segundo ele, e o cavalo, era égua, ou cavalo menina (nas palavras dele). "E foram felizes para sempre" (o final foi como todos, claro).
Relacionando o nosso brincar com todos esses pensamentos do dia de hoje, chego à conclusão que não precisamos de clichês. Não é preciso dia das mães para dizer que se ama a mãe, ou natal para surpreender um filho. Não é preciso ficar doente para sentir saudade e ter medo de morrer ou muito menos esperar sobrar um tempo para curtir momentos de felicidade plena.
Então, beije seu filho, dê um cheiro, uma mordida, um aperto. Morda o pé, faça cócegas, cafuné. Assopre o umbigo, faça massagem, sufoque de amor, sempre, todos os dias. Pra que não exista nunca a frase "antes que seja tarde demais".
E aí fica um trecho da música cantada para o Dia dos Avós e Dia das Mães:
"Se eu pensar em alguém, pra me ajudar a qualquer hora
Vou pensar em você desde que eu era bebê, eu não me canso de chamar o seu nome
Se eu pudesse voar com um foguete até a  lua, eu levaria você, mesmo que eu fosse um ET
Eu não me canso de chamar o seu nome
Eu não me canso de você, eu não me canso
Das histórias com você, eu não me canso
Nem das piadas que não têm mais graça de tão velhas" (Paula Santisteban)

Boa semana a todos,
Priscila Zunno Bocchini

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Tributo ao Pé Pequeno

Tributo ao Pé Pequeno
Em 07/07/90, há exatamente 23 anos você surgiu. Você fonte!
Fonte abundante, que incansável e initerruptamente sacia a sede dos que querem aprender, crescer e dos que tem sede para oferecer o seu ofício de educar e formar.
Fonte inesgotável de ensinamentos que faz jorrar a criação de valores humanos, que segue seu fluxo, na correnteza da edificação de um país e certamente de um mundo cada vez melhor.
Fonte foi a palavra escolhida hoje, para definir você.
Sabe por quê? Porque esta palavra traduz infinitos sentidos e significados.
Se manancial, faz brotar do solo a criatividade. Se chafariz, graciosamente expõe a pureza contida na infância.
Quando termal, aquece todos que estão imersos em seu dia a dia. Enquanto fonte luminosa, com seu colorido, alegra e ilumina o caminhar para um futuro bem promissor, uma vez que no presente é bica, por onde corre esse caminho.
Por fim, você é também fonte de riqueza, subsidiando seus colaboradores e armazenando um incalculável investimento na edificação de vidas que sempre terão dentro de si, “reservas humanas”, para aplicar e reaplicar em cada circunstância que se fizer necessário e assim, viver altruisticamente com realização e felicidade.
Por necessitar ter que concluir este tributo, atribuo-lhe outro significado. Fonte também pode ser: texto original de uma obra, quando temos que citar uma bibliografia...
Sendo assim, Pé Pequeno, tu és “o texto original” de uma obra, que tem caminhado num Passo Seguro, que certamente, sempre saciará, a sede dos que estão em busca de conhecimento, formação e muita felicidade.
Parabéns!

FELIZ ANIVERSÁRIO, rumo ao Jubileu de prata!